Ai vai uma composição com ritmo e harmonia, relembrando estilo dos anos 80. Em breve novas composições ao teclado. Divirtam-se.
Bons Sons.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Rock, eu Rio.....e muito.
O que que aconteceu, meu Deus?
Será que é possível a próxima semana ficar ainda pior?
Por trabalhar com música, ás vezes posso ser exigente demais, mas é explicável, pois um chef de cozinha não ficará elogiando um miojo. Mas todos estão se superando.
Por trabalhar com música, ás vezes posso ser exigente demais, mas é explicável, pois um chef de cozinha não ficará elogiando um miojo. Mas todos estão se superando.
Deve haver um complô, para que esse Rock in Rio seja a prova cabal que essa obscuridade intelectual que paira seja, ferozmente, exibida.
Anos a fio cantando laiê laiê, bom chibom chibom bom bom, levanta a mãozinha, tira o pé do chão, lá lá ia lá lá lá lá, erê rê rê rê rê, e outras terminologias, intelectualmente superiores como essas, fizeram os músicos brasileiros, em boa parte, se contentarem em fazer pouco, pela baixa exigência dos ouvintes. Prova disso é que quando o palco fica pronto para ouvir seus sons, esses vexames acontecem.
Começando pela abertura.. Vai Zeca
Esse próximo lembra Catie Cadore.. Sandra de Sá e Bebel Gilberto. Veja á partir de 21 minutos do Show com a Bebel tentando achar o tom e no final a Sandra falando "merda" com o microfone aberto.
Vai Zeca....Rock in Rio 2001?????
ANGRA...... Além da desafinação do show inteiro do Edu, e o Kiko com presença de palco de um bom guitarrista de Workshop, olha o que a Tarja fez . Devia-se colocar uma tarja é na boca dela.
" A gente tem que esperar pras entrada de Rirhhana ".....ZEECCAAAAAAA... chega!!!
Ainda houve Mike Patton que não sabia que versão é CANTAR a música de outra forma e não errar todas as notas que teriam relação com a harmonia escolhida.
O mais claro que ficou, foi que, sem o menor preconceito com estilos ou formatos ritmicos, tivemos shows somente com os Velhões até agora. 735 músicos no palco de algumas bandas,não resolveram, e a experiência falou alto ainda.
Ou vcs acham que aquilo chamado Katy Parry desafinou menos que um gato agonizando.
Ou vcs acham que aquilo chamado Katy Parry desafinou menos que um gato agonizando.
O falso "tudo bem" que a população teima em declarar, faz com que não exista mercado para bandas experientes no Brasil, ou trazidas para cá. Ou vc tem novidades dançantes na rádio de hora em hora, para entreter e alienar a população que sempre reclama, mas quer músicas com pouca profundidade para principalmente esquecer as escolhas infelizes que fizeram na vida. Ou vc tem pares de coxas (sendo educado) lançando coreografias com a mesma intenção anterior.
O triste é que a verdade de um Charlie Parker, Metallica, Freddie Mercrcury,U2, Tom Jobim e outros, fica cada vez mais fora dos palcos dando espaço aos Hits do próximo verão, que acabarão tão rápido quanto o gelo da caipirinha de quem as ouve, e assim eliminando a possibilidade de uma nova história musical ser escrita.
O Mundo sofre mas o Brasil é REI.
Bons Sons.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Mandar fazer, ou não mandar fazer?...eis a questão.
Antes de contratar um luthier, para construir seu instrumento, deve-se levar em considerações alguns fatores.
1 Você já possue uma idéia bem definida do som que quer atingir? (Um bom luthier, com essa informação, te indicará madeiras e parte elétrica adequadas);
2 Já tem idéia da tocabilidade que deseja? (Espessura e dimensões do braço e corpo do instrumento e etc.);
3 Tem consciência que um instrumento de luthier, seminovo, perde mais valor de mercado para possíveis trocas futuras?
4 Escolha um luthier que tenha trabalhos que voê já tenha tido contato e avaliado;
Agora a parte boa rsrsrsrs.
Sem sombra de dúvida, as melhores madeiras do mundo para construção de instrumento, são brasileiras. Portanto se tudo foi bem escolhido, você poderá ter um instrumento de altíssima qualidade, gastando muito menos que o valor de um importado de mesmo nível.
Veja o exemplo de um construtor inglês, enfatizando as madeiras brasileiras, pena que o cara só conhece o Rio hehehe.
Model: BR-0006
- Brazilian (Rio) Rosewood back & sides
- Alaskan ‘Bear Claw’ or Master Grade Sitka Spruce
- Brazilian Mahogany neck
- Ebony fingerboard with inner white binding
- Ebony headplate with inner white binding
- Mosaic back centre strip
- Triple ring abalone rosette
- White binding with inner b/w/b purfling on back & sides
- Mulitple b/w/b/w or Abalone purfling on top
- Grover machine heads with ebony buttons
- MOP split diamond fret markers
- Tusq bridge pins with abalone dot
- Tusq nut – 43mm
- Scale: 648mm
- Finish: Natural Gloss
Bons Sons.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A Procura
A composição dessa música, se deu no ato de uma explicação de como procurar sons e idéias para compôr, daí o nome.
Bons sons.
Bons sons.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Libere a mente.....
Na música sempre nos deparamos com certas regras harmônicas e melódicas, que podem vir a limitar o músico, se mal usadas. A grande diversão de qualquer processo artístico, é a quebra de paradigmas e a criação de novos atributos ao trivial. Além da criação artística, existe o processo de inovação às fórmulas de execução, uma delas é o Tapping nos instrumentos de cordas. Aí vai um exemplo no Baixo. Overjoyed - Stevie Wonder.
Bons Sons.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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